domingo, agosto 26, 2012

SPFC x Corinthians: clássico-síntese para o futuro tricolor.



Por Ricardo Flaitt, Alemão.

Sou contra análises precipitadas, movidas por argumentos passionais e imediatistas. O futebol, assim como a vida, é resultado de uma confluência de decisões e acasos.

Para uma análise mais justa e precisa é necessário transitar do particular ao universal, e vice-versa. Ou seja, é preciso analisar desde a partida mais recente e partir para uma análise do todo, num exercício dialético permanente.

O São Paulo não vive seus melhores dias. As últimas vitórias frente à Ponte Preta (3 x 0) e o Bahia (2 x 0), no Morumbi, representam pouco no todo, pois a equipe não joga bem, ainda não encontrou um padrão de jogo, apresenta uma apatia preocupante e alguns bons jogadores (como Cortez) vem diminuindo seu rendimento.

Não estou aqui validando nem criticando a diretoria. Mas é preciso ter discernimento de que a diretoria não foi omissa como ecoam as vozes das arquibancadas. 

Trouxe bons jogadores como Luís Fabiano (um craque, titular da Seleção na Copa da África, que muitos não sabem, abriu mão de ganhar mais no Corinthians para retornar ao São Paulo), Cortez, Fabrício, Jadson (que infelizmente parece não vingar no Tricolor) e criou as condições para revelar grandes promessas como Ademílson. 

Não temos o poder total de decisão na vida. As ações humanas encontram limites no imprevisível. Não podemos condenar a diretoria pela contusão dos jogadores. Wellington vinha apresentando um futebol acima da média, mas praticamente machucou-se sozinho, e, com isso, parece que perdemos todo o meio-campo em formação. Ficou um vácuo.

Fabrício, então, precisa benzer-se; mas é um bom jogador e penso que vai dar resultados no ano que vem ao SPFC. Sou totalmente contra a política de alguns clubes que fritam o jogador, jogam para a torcida diante de contusões. É preciso, acima de tudo, ter ponderação e respeito ao profissional e ao ser humano. 

Cañete é outro bom jogador. Mas que também não está tendo sorte. Mais uma vez é preciso ter calma, evitar o atropelo do tempo da vida e esperar para, ao menos, dar uma sequência a um jogador que chegou tão credenciado. 

O único que me faz rondar dúvidas sobre sua evolução é Jadson. Parece não se encaixar e não ter a bola toda que disseram ter. Mas, de acordo com o que disse antes, também não acho justo queimá-lo numa fase em que o time todo precisa de reforços e padrão de jogo.

Quanto ao padrão de jogo, fato é que também não podemos condenar Ney Franco. Primeiro que alguns setores não contam com jogadores bons e competitivos. 

O time é falho. A diretoria acertou ao contratar o bom Tolói, mas, por outro lado, Rhodolfo vem falhando demais. Mas é evidente que precisa de, no mínimo, mais um zagueiro acima de média (afinal, ficamos mal acostumados assistindo verdadeiros espetáculos nos tempos de Miranda, Lugano, Alex Silva, André Dias, Breno...).

O meio-campo é uma ilusão de ótica. À exceção de Denílson (que começou jogando só com o nome no ano passado, mas depois reencontrou seu futebol) não há um volante de marcação. Fabrício e Wellington, como foi dito, estão machucados. 

O que dizer então de Casemiro? O garoto é muito bom de bola, mas precisa abaixar uma bola moral. Parece perder-se/queimar-se entre as vaidades das volumosas cifras e famas-relâmpago do futebol, que impregnam por um glamour que depois te abandona e te leve ao ostracismo. 

Quando quer jogar e está focado é soberano no meio-campo. Quem duvidar, basta lembrar seu potencial revendo a primeira partida entre São Paulo e Santos, pelo Campeonato Paulista. Vitória de 3 a 2 tricolor e excelente atuação. Talvez Casemiro precise de fato é rever esse vídeo-tape e reencontrar-se consigo.

Ney Franco não conta com um elenco completo. Mesmo com boas contratações vivemos uma ilusão coletiva, quase um delírio, porque muitos daqueles que chegaram só ficaram na mente, no imaginário de um time ideal que, com o tempo, não se formou na realidade dos gramados.

O que se estabeleceram foram imensas fendas nos três setores, ainda mais acentuadas pelas ausências geradas pelas contusões. 

Ney Franco terá também que mostrar seu poder de organização para ordenar uma equipe sem face, desfalcada, que vive uma crise de identidade. Cabe ao bom técnico conectar o grupo.

Diante de tantos problemas, que vitórias inexpressivas insistem em esconder debaixo do gramado, Ney Franco e a equipe do São Paulo terão um grande desafio pela frente: enfrentar o Corinthians, atual melhor time do Brasil e da América. 

Não só pelos títulos e a rivalidade (que pesa), mas pelo elenco que tem, a união que demonstra dentro de campo, os talentos como de Paulinho, o padrão de jogo implantado por Tite ao longo de dois anos, e uma vontade imensa de vencer. 

A partida entre Corinthians e São Paulo, domingo, no Pacaembu extrairá uma síntese, positiva ou negativa, que circulará nos corações, mentes e corredores do Morumbi. 

O clássico representa um marco divisório nessa fase do SPFC. Será o momento em que diretoria e comissão técnica poderão avaliar, na prática, quem tem condições e quem não tem de permanecer no Tricolor. 

Não estou afirmando aqui que se um jogador for mal nesta partida terá que ir embora do SPFC. Mas sim que a atuação nesta partida, sob esse contexto, somada à análise do que vem desenvolvendo ao longo do tempo, servirão como parâmetros para futuras decisões. Como disse no começo do texto, do particular para o universal.

Mas, sem dúvida, será um jogo decisivo para se estabelecer o real potencial do time. Ponto de referência para que a reforma estrutural, iniciada no final do ano passado, possa continuar de forma coerente, ainda mais em tempo de caixa opulento para contratações.

DUAS NOTAS: 
1) A primeira sobre a torcida, que precisa comparecer e prestigiar o time. Temos exemplos de times que caíram para a segunda divisão e contaram com estádio repleto na liga de acesso.

2) Aqueles que criticam Luís Fabiano e chegam até a pedir a sua saída do SPFC só podem estar jogando contra o próprio time. LF9, mesmo não atuando direto, é o atual artilheiro do SPFC com 20 gols. Isso tudo num time capenga, com muitos desfalques e uma bola que não chega redonda nunca nos seus pés. Mesmo assim está fazendo o impossível. 

Ricardo Flaitt, Alemão, é jornalista e historiador. Colunista dos sites Isto é SPFC (http://istoespfc.wordpress.com/) e Tricolor Paulista.Net (www.tricolorpaulista.net)

sexta-feira, agosto 24, 2012

Verdades do caso Ganso. Se ele não vier, contratações só no próximo ano.


Olá caros amigos leitores Soberanos, a novela Paulo Henrique Ganso está se prolongando, muitos dão a contratação como certa (inclusive pessoas do SPFC), outras que a situação está indefinida, mas o que há de verdade até agora?
Vamos lá:
1) O SPFC fez UMA proposta por Paulo Henrique Ganso, para adquirir 100% dos direitos econômicos e federativos do atleta;
2) É a maior proposta feita por um jogador brasileiro por times nacionais, ou seja, é muito boa;
3) O Santos não deseja vender o atleta, mas sabe que se não o fizer, a relação com o atleta irá piorar, o que é ruim, se tornará pior. Além disso tem o decréscimo da multa em fevereiro de 2.013, o que leva o Santos a entender a venda nesse momento como um bom negócio, apesar de negar publicamente;
4) Muricy não quer que o jogador saia do Peixe, mas, por outro lado, sabe que a proposta é boa;
5) O Tricolor poderá chegar a oferecer proposta, na qual o Peixe ficaria com R$ 17 milhões, porém essa seria a carta da manga, pois oficialmente o SPFC irá sustentar que não aumentará a proposta já feita, isso até um segundo antes do "bater do martelo";
6) Ganso quer sair do Peixe. Se sente desvalorizado por ganhar cerca de R$ 150.000, quando Neymar tem plano de carreira e recebe cerca de R$ 3.000.000,00;
7) O Santos irá sustentar até o último minuto que só libera o jogador com o pagamento da multa, mas, nos bastidores, há quem defenda que o Peixe irá aceitar  o negócio, que envolve nomes de jogadores, Juan ficaria no Peixe em definitivo;
8) Ganso e Santos negam publicamente a vontade da concretização do negócio, porém isso é para não manchar  a imagem de ambos perante a torcida;
9) Se Ganso não vier, nenhum outro jogador virá nesse ano. O SPFC irá estudar nomes para a próxima temporada;
10) DIS, SPFC e Ganso já têm acerto, mesmo que o Tricolor negue publicamente, falta o Laor deixar de tirar centavos a mais;
11) As diretorias irão se encontrar hoje. a proposta final será melhorada e Laor irá abrir mão de tudo o que deseja, aceitará jogador na negociação.
12) Único empecilho é a pressão que Laor está suportando. Oposição do Peixe irá usar isso nas próximas eleições, e Laor sabe que "perder" Ganso, irá refletir na frente.
13) O Soberano quer o jogador, para recuperar a imagem e o futebol do atleta, para negociar em um futuro próximo, com clubes da Europa. Seria um investimento a médio prazo.
Opinião: Lucas deveria receber sua parcela do PSG e comprar a parte do Ganso que pertence ao Peixe e emprestá-lo para o SPFC.Já pensaram nisso? (Claro que não estou falando sério, é apenas para dar a dimensão do que foi a negociação de Lucas)

segunda-feira, agosto 20, 2012

Jogo São Paulo 3 x 0 Ponte Preta, por Giovanna Prisco.





Lucas: Voltou com tudo das olimpíadas! Mostrou ao mundo o que a seleção perdeu não o aproveitando. Bem posicionado, marcou e promete honrar o manto!

Rogério Ceni: Defesas espetaculares de rebotes seguidos. O gol de pênalti e a eterna soberanidade de capitão. Parabéns, o nosso maior orgulho!

Osvaldo: Marcou bonito em um lance de encher os olhos e levantar a torcida! Entrou com velocidade, acreditando nos lances. Ainda precisa melhorar mas substituiu bem nosso camisa 07.

Ney Franco: Técnico que mexe no time, altera tática, posição, tira jogador, põe jogador. Conversa, cobra, chama Juvenal pra dar palestra, aposta na base, aposta nos experientes. Tá sempre mudando e tentando dar uma cara ao modo do São Paulo jogar.


Cortêz: Por onde anda o futebol do Cortêz? Lateral que sabe render bem, se posiciona, marca bem, mas não finaliza, não auxilia e erra de bobeira. É um jogador que caiu muito de rendimento e finalizou com um cartão amarelo, tornando-o desfalque contra o Corinthians.

Maicon: Podem me xingar, mas o Maicon nunca me enganou. Nem naquele jogo contra o Coxa B em que auxiliou nos gols e marcou e nem depois. Acho que é um jogador satisfatório para o banco, substitui bem, é seguro. Mas como titular não é o suficiente.

Torcida: Nove mil pagantes com ingressos a DEZ REAIS? Lotem um estádio antes de falar em melhorias ou apoio ao time! Para um sábado a noite, era esperado pelo menos 20 mil pessoas!


TWITTER: @GiovannaPrisco_


sábado, agosto 18, 2012

‎11 pequenas considerações sobre SPFC 3 x 0 Ponte Preta







1) Os três últimos jogos do SPFC foram insuportáveis de se assistir. Ganhando ou perdendo o time parece não ter alma. Não vibra. Fica um jogo insosso;

2) O SPFC venceu por 3 a 0, no entanto, quem assistiu ao jogo pode afirmar que a Ponte Preta é um time inofensivo. Ainda mais piorado quando veio ao Morumbi com uma proposta de um time todo recuado;

3) Mesmo o ataque da Ponte não tendo poder de fogo, Rafael Tolói demonstra mais uma vez que é um grande jogador, mais regular que Rhodolfo. Tem o tempo certo de marcação, cerca bem, e sabe sair jogando. Excelente contratação;

4) A nota triste fica para o apagão de Cortez. O ala esquerdo é um excelente jogador. Tem muito bola no pé, mas está apático, parece sem confiança. Alguma coisa deve estar acontecendo extra-campo, pois não faz sentido um jogador que vinha fazendo a diferença no time definhar seu futebol;

5) Oswaldo entrou no segundo tempo. Mostrou muita disposição, lutou o tempo todo e foi condecorado com um golaço;

6) Cícero é um bom jogador. Com sua entrada no segundo tempo o SPFC ficou mais dinâmico. Não dá para entender Cícero fora do time titular, enquanto Maicon permanece dentre os titulares;

7) Lucas, contrariando a tudo e a todos, não afinou. Não tirou o pé nas divididas, partiu para cima e marcou um belo gol. Se havia dúvida, coloque-se por encerrada;

8) Perdoem minha ignorância futebolística, mas não consigo classificar as atuações de Jadson. Ele oscila tanto que, ao final, não se sabe um parecer. Talvez precise mais aparecer;

9) Aquele que falar que o SPFC a vitória do SPFC frente à debilitada Ponte Preta convenceu só pode ter visto o resumo ou somente o vídeo dos 3 gols, sendo que dois foram golaços. Quem viu o jogo sabe que foi entendiante?

10) Podem falar o que quiser, mas temos que ser realistas. A torcida do SPFC provou mais uma vez que só vai ao estádio quando o time está por cima. A torcida pode cobrar, mas também tem de fazer a sua parte. Público ridículo!

11) A prova de fogo para o bom e lúcido Ney Franco será frente ao Corinthians que é, além da rivalidade, a equipe que tem um dos melhores elencos, o melhor conjunto do Brasil e um padrão de jogo definido. Esse sim será um jogo ideal para se estabelecer parâmetros para a atual equipe do SPFC.

Ricardo Flaitt, colunista dos sites Tricolor Paulista.Net (www.tricolorpaulista.net) e Isto É SPFC (http://istoespfc.wordpress.com/)

sexta-feira, agosto 17, 2012

Mudamos o técnico, mas o problema continua


Olá caros amigos leitores Soberanos, como sustento há tempos, o problema do SPFC não é, nunca foi e não será técnico, mas jogadores, problemas internos e falta de vontade.
Alguns jogadores estão praticamente dormindo em campo, alguns se esforçam, mas uma coisa não compensa a outra.
Falhas “bobas” ocorrem dentro de campo. Temos que treinar fundamentos.
Muitos elogiam Telê – com muita razão – mas não veem um dos motivos do sucesso do Mestre: Ele tinha autonomia e voz dentro do clube.
Se não gostava de um jogador, este não jogava; Se um jogador o enfrentava e contrariava, estava fora do time; Se um atleta fazia bobagem na vida pessoal, era excluído. Ou seguia-se a regra de Telê, ou nada feito.
Craques como Raí, Cafú, Ceni, entre outros, devem muito à Telê. Pois ele os fazia treinar além do normal, ficar até mais tarde no CT, enfrentar suas falhas técnicas.
Se um técnico fizesse isso nos dias de hoje, o elenco o derrubava.
Isto é um erro.
A diretoria precisa dar respaldo ao técnico, sob pena de não ter ordem dentro de campo.
Uma pena que Telê se foi, pois ainda tinha muito a ensinar para a cartolagem amadora dos dias de hoje.
Saudações Soberanas
Aurelio Mendes – @amon78

sexta-feira, agosto 10, 2012

BOLA CHEIA x BOLA MURCHA - Jogo Fluminense 2 x 1 SPFC, por Giovana Prisco






BOLA CHEIA.

1º tempo: O time foi melhor no 1º tempo, construiu mais jogadas e finalizou mais no gol adversário.

Rafael Tolói: Só perdeu uma bola, na qual ele levou o cartão amarelo, e não joga na próxima partida. No resto, foi o melhor em campo.

BOLA MURCHA.

Cortez: Parece que estava jogando sobre pressão, perdeu a bola várias vezes, e em uma delas tomamos o 2º gol do Fluminense, não conseguiu atacar e nem marcar.

João Filipe: Além de Cortez, João Filipe errou nos dois gols do Fluminense. Não passou segurança na zaga.

Maicon: Não fez o papel dele dentro de campo e foi mal.

por Giovana Prisco.


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Quanto vale o show?


Olá caros amigos leitores Soberanos, como todos viram Lucas foi vendido por mais de R$ 100 milhões, sendo a maior transferência nacional da história.
Com a negociação, o SPFC demonstra que o CFA de Cotia rende, e muito na verdade. De lá saíram grandes jogadores: Lucas, Breno, Hernanes, Jean, Uvini, Oscar, etc…
Está mais do que provado que investir na base gera bons frutos, mas todo o trabalho deve ser feito com seriedade e profissionalismo.
Muita gente critica o Soberano por ter deixado “escapar” Emerson Sheik, Romarinho, entre outros nomes, mas temos que ter em mente que o Soberano tem uma meta a seguir: que os jogadores tenham uma vida extra-clube exemplar.
Por isso exigem que os garotos da base estudem, se aperfeiçoem como pessoas e não se limitem a ser bons jogadores, mas “os jogadores”.
Por isso que dois dos garotos que saíram da base foram atores principais das duas maiores transações entre clubes, Oscar e Lucas rendeu para os cofres do Morumbi.
Oscar, ainda após todo o lamentável episódio, rendeu mais para o Tricolor do que para o Inter, fato.
E com isso o SPFC irá manter sua política adequada e escorreita: investir no CFA e em garotos, que no futuro serão grandes personalidades.
E daí eu pergunto: Quanto vale o show?
Saudações Soberanas
Aurelio Mendes – @amon78

OS MITOS TAMBÉM ERRAM, por Ricardo Flaitt.



Rogério Ceni é e sempre será o eterno M1TO Tricolor. Dificilmente outro jogador na história do SPFC superará seus números, sua lealdade, sua amor pelo clube. 

Mas os mitos também erram.

No jogo de ontem (9), entre SPFC x Fluminense, o M1to falhou nos dois gols sofridos. No primeiro perdeu o tempo da saída, quando tentou abafar já era tarde. Fato que a bola desviou, mas estava muito mal posicionado.

No segundo gol, podem traçar mil teorias, mas, sejamos sinceros e realistas, Rogério Ceni fez um golpe de vista tacanho e o máximo que conseguiu foi ver a bola entrar lentamente no canto. A falta de ritmo e a idade pesaram.

Espero que compreendam meu posicionamento. Não estou aqui dizendo que ele tem de se aposentar. Nada disso. Apenas que ele também que ser avaliado da mesma forma dos outros jogadores. Não podemos dar um golpe de vista com dois pesos e duas medidas...





Ricardo Flaitt é jornalista (MTb 40.939) e Historiador. 
E-mail: ricardo.flaitt@hotmail.com
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quinta-feira, agosto 02, 2012

Bola Cheia x Bola Murcha: Jogo São Paulo 2 x 0 Bahia, por Giovanna Prisco




Rogério Ceni: Voltou com tudo, é um exemplo de dedicação, tanto que fez um gol na primeira chance de falta depois da sua recuperação, e fez grandes defesas, ajudando muito a equipe tricolor. Um cara diferenciado que merece tudo que tem conquistado. Que bom que temos você M1TO!!!

Cortez: Fez uma bela jogada enganando o zagueiro adversário, e com isso saiu o segundo gol na sobra de bola, pena que o gol não foi dele, pois merecia, mas valeu assim mesmo. Tomara que continue evoluindo.

Ademílson: Muito jovem, mas parece um veterano com a camisa do São Paulo, já fez 3 gols e demonstra muita qualidade e oportunismo. Uma grata surpresa que veio de Cotia.

Ney Franco: Finalmente dando uma cara ao time, dá pra ver sinal de evolução.

Time: Todos foram bem e principalmente correram e tiveram raça, que ultimamente vinha faltando na equipe tricolor.



William José: Não é possível um jogador desse nível vestir a camisa do São Paulo. Tecnicamente é muito fraco. Pode ser até boa gente, mas não dá. Mais uma invenção de Juvenal Juvêncio. Ridículo.


Maicon: Até que contra o Flamengo foi razoavelmente bem, mas não entendo a importância desse jogador, muitos passes laterais, lento, parece morno. No jogo de ontem cercou, não teve criatividade e não chegou a frente com eficiência. Não é nem de perto aquele jogador do Figueirense.

Arbitragem: Errou muito, não deu um pênalti claro, reverteu lances, exagerou nos cartões e demonstra que a arbitragem brasileira não abandona a má fase que nunca vai embora.

Lesões: Fabuloso e João Filipe machucados, até quando?

Por Giovanna Prisco - Membro do Grupo Soberanos.

Twitter: @GiovannaPrisco_